10 de maio de 2009

12 de abril de 2009

A Ovelhinha que veio para o jantar



Mais um livro de lobos... (click no título e aceda à história)

Desta vez, tal como "A Horta do Senhor Lobo", este não fala da maldade do grande lobo que queria comer os três porquinhos, a avó e a capuchinho,os cabritinhos...Não!

Fala de um lobo "velhinho e esfomeado, que recebeu inesperadamente a visita de uma ovelhinha. Mal olhou para ela, começou logo a planear um belo ensopado de borrego. Mas a ovelhinha não queria ser o jantar do lobo. Na verdade, o que ela queria mesmo era...ser apenas amiga dele!"

Afinal, os eternos inimigos podem, um dia, ser amigos. Nada é impossível, quando a amizade é mais forte que outros sentimentos menos nobres.

Nos tempos que vivemos em que as emoções e sentimentos estão cada vez mais esquecidos é bom reflectir sobre esta leitura, com os nossos alunos, pois trata-se de uma história repleta de ternura e encanto, que cativa pela nobreza de sentimentos que nos transmite.

Leiam e deliciem-se!

11 de abril de 2009

25 de março de 2009

ENSINAR A ESCREVER


São dois os princípios fundamentais que devem alicerçar a tarefa de ensinar a escrever: o papel do mediador e a concepção de escrita/escrever. O professor deve assumir o papel de mediador/facilitador do processo de aprender a escrever, e, nessa perspectiva, agir como um dos interlocutores do aluno. Em relação à concepção de escrita/escrever, penso que ela é a pedra de toque para reflectir sobre o processo de ensinar a escrever, a fim de procurar alternativas para melhorá-lo. Sem ter esse objetivo bem definido, e com ele estabelecer uma boa relação, como pode o professor ensinar, eficientemente, o aluno a escrever? No meu entender, todos os aspectos referentes ao escrever,ao aprender a escrever e ao ensinar a escrever devem ter,como ponto inicial e principal de discussão, a concepção de escrita/escrever como processo social, interactivo, dialógico e histórico.A partir dessa postura,acredito que haja uma possibilidade de alteração na chamada crise da escrita na escola.

7 de março de 2009

A PARTILHA

Ainda há pessoas que gostam de partilhar, desinteressadamente, os seus conhecimentos e as suas experiências, mesmo sem conhecer de perto as pessoas. Através da Internet conheci a Saly, psicopedagoga e investigadora que, sem qualquer preconceito, me cedeu materiais da sua tese, bastante úteis, no âmbito da avaliação da Leitura e da Escrita, nomeadamente o teste TALE.
A ela, mais uma vez o meu muito obrigada!

Aproveito para deixar aqui o seu currículo:


SaleteTeresinhadosSantosAnderle
salete_anderle@hotmail.com

Pedagoga/ Psicopedagoga com Graduação e Licenciatura Plena Pedagogia pela Universidade de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil (1989). Pós-graduação em Alfabetização e Psicopedagogia (1990) Mestrado em Psicopedagogia pela Universidade do Sul de Santa Catarina, Brasil- UNISUL (2004). Docente do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, atuando como orientadora pedagógica na Escola Estadual Santa Catarina e como psicopedagoga no CIAE – Centro Integrado de Atendimento ao Educado – órgão ligado a Educação e Saúde do Rio Grande do Sul, Brasil; e atendimento psicoterápico para crianças, adolescentes e jovens adultos em consultório próprio; prestadora de serviços educacionais em Cursos de Pós-Graduação Latu-Senso e Scritu- Sensu, desde 2000. , com experiência na área de Educação e Saúde, com ênfase em Pedagogia, Psicopedagogia e Psicologia Educacional. Desde agosto (2006) é aluna e pesquisadora no Programa de Pós-Graduação Scritu -Sensu em Psicologia da Universidade de São Francisco – São Paulo , Brasil - desenvolvendo seu projeto de pesquisa na linha de pesquisa: Construção, Validação e Padronização de Instrumentos de Medida, tendo como orientador o Prof. Dr. Fermino Fernandes Sisto, Os instrumentos que estão sendo utilizados para pesquisa e coleta de daos são: Teste Pictórico de Memória, Rueda e Sisto, 2007, Reconhecimento de Palavras Sisto, 2005, Escala de Personalidade Sisto 2004 e Desenho da Figura Humana, Sisto, 2005 a análise dos dados serão utilizadas no mestrado e doutorado.
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14 de fevereiro de 2009

A experiência...

Como diz Aldous Huxley,“A experiência não é aquilo que acontece a uma pessoa,
mas aquilo que uma pessoa faz com aquilo que lhe acontece.”


Assim, a Formação do Programa Nacional de Ensino do Português (PNEP)tem-me feito crescer em conjunto com os meus formandos, na busca do equilíbrio entre a acção e o pensamento, levando-nos a uma permanente auto análise, num processo reflexivo, constante sobre as práticas na sala de aula, as suas/nossas experiências, crenças, imagens e valores.

Temos mantido uma atitude inter - cultural de disponibilidade para olhar, ouvir, questionar e propor os retoques necessários para que todos nos sintamos motivados a intervir nos contextos de aprendizagem, como agentes dinamizadores da mudança. Sabemos, também, que esta necessita de ser realizada para que todos possamos usufruir de uma sociedade mais digna e justa, onde as orientações do 1ºartigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos seja verdadeiramente uma realidade.

6 de fevereiro de 2009

Tanto,Tanto!


A leitura deste livro do PNL é simplesmente deliciosa, uma pequena maravilha...
O livro encanta pela simplicidade e sonoridade das palavras, transportando-nos para o seio de uma família de cor que vive sentimentos de ternura, amizade e tanto, tanto amor!




"(...)Ai, que bebé tão gostoso!
Eu quero beijá-lo,
eu quero beijar este bebé,
eu quero beijá-lo
TANTO,TANTO!(...)"


Trish Cooke
ilustrações de Helen Oxenbury